domingo, 4 de setembro de 2011

PROGRAMAÇÃO DA II SEMANA DA DIVERSIDADE DE FLORIANÓPOLIS


PROGRAMAÇÃO

06/09
– Ato Público em Frente à Catedral Metropolitana de Florianópolis, às 12h.
– Abertura Oficial da Semana da Diversidade de Florianópolis, no Teatro da UBRO, às 18h30min
– Mesa Redonda: Arte e Comunicação LGBT, no Teatro da UBRO, às 18h30min

07/09
– Participação na Manifestação “Grito dos Excluídos” (Faixa com os dizeres: HOMOFOBIA MATA).
– Peça Teatral “Entre Iguais” (Cia. Vanguarda), apresentação no Teatro da UBRO, às 18h

08/09
– Mesa Redonda: História do Movimento suas Conquistas e Avanços, às 18h30min
– Peça Teatral “Jardim de Joana”, apresentação no Teatro da UBRO, às 20h30min

09/09
– Conferência Regional da Grande Florianópolis, que acontecerá na Assembleia Legislativa do Estando de Santa Catarina, com início dos trabalhos às 13h. Na Conferência terá a Mesa Redonda sobre Políticas Públicas e a Decisão do STF e seus desdobramentos (Patricia Fontanella – OAB/SC) as 14h30min.

10/09
– Amostra de Filmes sobre Homofobia e Educação, apresentação no Teatro da UBRO, às 18h

11/09
– 6ª Parada da Diversidade de Florianópolis  


ENDEREÇOS:
§ Teatro da UBRO – Escadaria da Rua Pedro Soares nº 15 – Centro. Fundos do Colégio Bom Jesus. Fone (48) 3222-0529
§ Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina – Palácio Barriga Verde, Rua Doutor Jorge Luz Fontes, 310, Florianópolis/SC. Fone (48) 3221-2500

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Representantes LGBT não se entendem e propostas não avançam no Congresso


O movimento lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) está rachado em sua representação política. As principais vozes da comunidade não conseguem chegar a um acordo em relação ao encaminhamento do Projeto de Lei (PL)122, que criminaliza a homofobia. A senadora Marta Suplicy (PT-SP), relatora do projeto, vem recebendo críticas de parlamentares ligados ao movimento. Eles afirmam que a senadora não está debatendo o tema como deveria e que está tomando decisões contrárias ao que a comunidade gostaria. A emenda sugerida por Marta, que permitiria manifestações contrárias aos homossexuais dentro de templos e igrejas, foi rechaçada pelos grupos LGBT, dentro e fora do Congresso. A proposta acabou também não agradando a bancada evangélica, principal força articulada contra a aprovação do projeto.

No início desse mês, os senadores Magno Malta (PR-ES), da bancada evangélica, e Marta Suplicy se reuniram em almoço para discutir os rumos do projeto. Malta saiu da reunião afirmando que o PL 122 seria "enterrado". O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), considerado um evangélico "moderado" pela comunidade LGBT, concorda: "O PL 122, como está, não passa no Senado, por ser inconstitucional". Crivella afirma que a bancada evangélica enxerga na aprovação do projeto a criminalização da pregação da Bíblia e um sem-número de processos contra pastores e padres. A própria senadora Marta teria admitido, durante a Manifestação do Orgulho Gay, em São Paulo, que a proposta seria inviabilizada, caso não fosse modificada. "A PL 122 não passa, precisa de uma mudança profunda no conceito e no contexto".

Divergências
A posição do deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), um dos representantes LGBT no Congresso, é um exemplo da falta de articulação da frente. Ele diverge da condução das discussões sobre o PL 122 pela relatora. "Fizemos uma dura crítica à falta de diálogo da Marta Suplicy", disse, referindo-se à emenda proposta pela senadora. Ele nega, no entanto, que o projeto tenha sido enterrado. Segundo Wyllys, as modificações apresentadas por parlamentares foram compiladas e serão discutidas após o recesso. O deputado afirma, ainda, que serão levadas em conta as reivindicações dos evangélicos, mas insiste na manutenção de dispositivos que não são aceitos por parlamentares religiosos, classificados por Wyllys de "fundamentalistas".

Outro ponto de desencontro do deputado com o movimento se refere à importância dada aos projetos que circulam no Congresso. Ao contrário de outras lideranças do movimento, como Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que defendem como prioridade a criminalização da homofobia, Wyllys sustenta que o foco preferencial deve ser a aprovação do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. "Nossa luta prioritária é pela igualdade no casamento", diz Wyllys, que é o autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o casamento civil entre homossexuais.

Movimento dividido
Marcos Fernandes, presidente nacional do Diversidade Tucana, setorial LGBT do PSDB, afirma que as dificuldades para obtenção de um consenso em relação ao PL 122 existem por conta da fragmentação dos líderes da comunidade. "O movimento é muito dividido, acaba perdendo o foco", diz. Para ele, a frente religiosa sai com a vantagem de realizar reuniões frequentes nos templos para definir um discurso uníssono.

Fernandes acredita que o debate está monopolizado no Congresso por poucos parlamentares, que falam em nome do grupo, mas que, na realidade, não representam as demandas do movimento, já que não debatem, suficientemente, com a comunidade. Ele classifica de "oportunista" a atitude de alguns parlamentares que estão à frente do movimento no Congresso. "Há propósitos eleitoreiros envolvidos, é preciso debater mais profundamente o tema", diz.

Enquanto isso, a frente religiosa vem demonstrando força para barrar propostas da comunidade LGBT. Um episódio recente demonstra a unidade da bancada evangélica, que parece sobrepor a articulação religiosa às questões partidárias.

Durante a crise que derrubou Antonio Palocci da Casa Civil, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), deputado João Campos (PSDB-GO), chegou a ameaçar a presidente Dilma Rousseff com a assinatura dos parlamentares religiosos para a instalação da CPI que investigaria denúncias contra o ex-ministro, caso o governo insistisse na distribuição do kit antihomofobia, do Ministério da Educação. Isso ocorreu, inclusive, depois que o PSDB e o DEM haviam decidido pedir a instalação da CPI. Marcos Fernandes afirma que a posição do deputado causou incômodo no partido. "Ele não poderia ter dado aquela declaração", disse. (JG)




Publicação: 25/07/2011 08:58

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Psicólogo Pedrosa Responde: Sou gay e tenho um filho de 8 anos, será que ele vai ser gay?

Psicólogo Pedrosa Responde: Sou gay e tenho um filho de 8 anos, será que ele vai ser gay?
Sou gay, fui casado com mulher, e tenho um filho de 8 anos. Esta semana cheguei na casa dele, abri a porta do quarto e ele estava brincando com mais duas crianças da idade dele. Eles estavam brincando de trenzinho de calça abaixada e o meu filho estava fazendo sexo oral num dos meninos. Outro dia ele estava na sala e colocou o pênis para fora e começou a rir. Fiquei assustado. Será que ele vai ser gay? Isso é normal? Vitor (Rio de Janeiro - RJ)

A sexualidade humana possui quatro períodos bem distintos, cada um com suas particularidades, a saber: período da infância, da adolescência, da idade adulta e da velhice. O período da infância é bem particular porque caracteriza-se pela descoberta do corpo. Ao contrário dos demais períodos que é focado na penetração sexual e na busca do orgasmo, a sexualidade infantil é marcada pela curiosidade de saber como é, de sentir, de tocar e de comparar. O famoso troca-troca é a expressão da descoberta da sexualidade infantil. Portanto, o comportamento do seu filho é previsível. E os pais devem encarar com naturalidade, sem alarde ou punições.
Com relação ao evento dele ter colocado o pênis para fora da calça em público, aí cabe a você estabelecer regras. Por exemplo, falar para ele no ato: filho, você deve guardar seu pipi na calça, só no quarto ou no banheiro você deve colocar ele para fora. Assim, você estabece regra de convivência social, não reforçando este comportamento.
Você pergunta se ele vai ser gay por causa desse evento. Bem, apesar de já sabermos que nascemos com uma suscetibilidade genética para uma determinada orientação sexual: heterossexual ou homossexual , e que a orientação é disparada em torno de 5 anos de idade, ou até menos, não podemos afirmar categoricamente qual será a orientação sexual dele. Caso aumente a frequencia dele buscar sempre o sexo oral noutro garoto poderá ser um indício de uma possível orientação homossexual.
Vitor, relaxe e curta o seu filho. Não fique encanado com isso. O que aconteceu com o seu filho é muito mais comum do que podemos imaginar. Faz parte da criação do nosso repertório comportamental sexual e todos nós quando crianças, de uma forma ou de outra, tivemos a curiosidade de descobrir as sensações em nosso corpo e no corpo dos outros.

* João Batista Pedrosa é psicólogo (CRP 06/31768-3) e autor do livro "Segundo Desejo" (Iglu). Envie suas dúvidas e perguntas para pedrosa@syntony.com.br. Acesse também seu site.




Por João Batista Pedrosa* em 11/08/2011 às 12h47

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

"Ver dois bigodudos se beijar é normal?", questiona vereador Apolinário em programa de TV

"Ver dois bigodudos se beijar é normal?", questiona vereador Apolinário em programa de TV
O programa "Até Que Faz Sentido", exibido pelo canal pago Multishow e apresentado por Felipe Neto, foi até o gabinete do vereador Carlos Apolinário (DEM) para questioná-lo a respeito da criação do Dia do Orgulho Heterossexual.

Na entrevista, o vereador utiliza os mesmos argumentos que tem usado para defender a criação da data. "A lei vem para levantar o debate em relação ao excesso de leis para os gays", declara o vereador.

Em seguida, Felipe Neto pergunta ao vereador o por quê de ser tão difícil de a sociedade encarar o afeto de gays em locais públicos. "Você chegar em um bar e ver dois bigodudos se beijando é normal? Eu acho que não é normal", disse Carlos Apolinário.

Veja abaixo ao vídeo.





Por Redação em 11/08/2011 às 18h21

domingo, 14 de agosto de 2011

Série gay "Apenas Heróis" estreia sua terceira temporada

Série gay "Apenas Heróis" estreia sua terceira temporada
A série "Apenas Heróis" está chegando à sua terceira temporada. Trata-se de uma sitcom exibida online, em seu site oficial, com episódios semanais de cerca de 30 minutos de duração. A sérieestreou há quase um ano, e de lá para cá já se passaram duas temporadas.

Criada por Daniel Sena, a sitcom é inteiramente dedicada à temática LGBT. Assim, personagens gays, lésbicos, travestis, bissexuais e transgêneros surgem em ação, assim como homofóbicos, intolerantes religiosos e afins.

Até o momento, foram alcançados 11 milhões de acessos em seu site, segundo a produção do seriado. Gravada em Salvador, Bahia, a série agora se prepara para encarar a terceira temporada, que estreia em 22 de agosto.

Desta vez, "Apenas Heróis" vai abordar temas polêmicos como a adoção de crianças por gays, preconceito contra travestis e pais que não aceitam a sexualidade dos filhos. Através do site oficial, internautas podem fazer doações financeiras para colaborar com a sobrevivência do projeto.


Fonte:
http://acapa.virgula.uol.com.br/cultura/serie-gay-apenas-herois-estreia-sua-terceira-temporada/3/4/14407
Por Redação em 08/08/2011 às 14h24

sábado, 13 de agosto de 2011

Vídeo do YouTube joga mais lenha na fogueira do beijo gay na TV; assista

Vídeo do YouTube joga mais lenha na fogueira do beijo gay na TV; assista
Continua a guerra entre a intolerância e a censura televisiva e a comunidade LGBT - esta, simbolizada pelo tão esperado beijo gay da ficção. Um novo round foi vencido pelo povo gay. Desta vez, trata-se de um vídeo que acaba de surgir no YouTube.

Batizado de "Beijo Gay na Novela", o vídeo mostra um casal de homens que está em crise justamente por causa do beijo. Com um diálogo que beira a metalinguagem, ao falar sobre classificação indicativa, horários e afins, o casal discute a questão do beijo gay na ficção da TV.

O vídeo é estrelado por Marco Antônio Cals e Rafael Puetter, com roteiro e direção deste último. Ao final, a mensagem anti-homofobia e anticensura aparece às claras, para não deixar dúvidas quanto à categoria ativista e militante do vídeo.

Confira a seguir.




Fonte:
http://acapa.virgula.uol.com.br/politica/video-do-youtube-joga-mais-lenha-na-fogueira-do-beijo-gay-na-tv-assista/2/5/14432
Por Redação em 10/08/2011 às 18h43

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Link - Inscrição 1ª Conferência Municipal de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT de Florianópolis



Prezad@s,
segue link da inscrição da I Conferência.

Convidamos a todos para participar da I Conferência Municipal de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros – LGBT de Florianópolis, que será realizada em 23/8/2011, Câmara Municipal de Vereadores, das 8h00 às 19h.

Lembramos que a organização desta conferência é uma iniciativa conjunta da Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres, Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para a Juventude, Secretaria Municipal do Continente, do Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades – NIGS/UFSC, do Grupo de Apoio à Prevenção da Aids - GAPA, do ROMA - Núcleo de Diversidade Sexual da Grande Florianópolis.

Inscrição acesse:

Maiores informações: (48) 3251- 6243 ou no Blog Oficial da Conferência http://conferencialgbtfpolis.blogspot.com/

Vagas limitadas!

Atenciosamente,


Comissão Organizadora

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Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres - CMPPM
Av. Mauro Ramos, 1277, 3º andar - Centro Florianópolis/SC -  88020-302
(48) 3251-6243



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ROMA - Núcleo de Diversidade Sexual da Grande FlorianópolisTelefones: 48 84368278  /  8811-1559 / 9937-1054
E-mail: nucleodiversidaderoma@gmail.com
MSN: nucleodiversidaderoma@hotmail.com
Skype: roma_nucleo_diversidade_sexual

Paraíba: Homem tenta evitar agressão a jovem gay e acaba morto



Paraíba: Homem tenta evitar agressão a jovem gay e acaba morto
Ao tentar impedir que um jovem gay fosse agredido na Praia do Jacaré, em Cabedelo (região metropolitana de João Pessoa), Marx Nunes Xavier, de 25 anos, foi morte a tiros pelo agressor. 

De acordo com testemunhas locais, a discussão teria começado quando todos estavam em um bar. Dois homens começaram a insultar um rapaz que dançava com suas amigas na área externa do estabelecimento, Marx Xavier tentou acalmar os ânimos dos rapazes quando acabou sendo baleado por um dos homens que havia começado o desentendimento. 

De acordo com a delegada Aurelina Monteiro, da 7ª Delegacia Distrital, a discussão teria começado devido a comentários discriminatórios. "Ele pediu para não agredirem o rapaz, que era homofobia", disse. O Movimento do Espírito Lilás, que defende o direito dos homossexuais no Estado, condenou o crime ressaltando que o número de homicídios motivados por homofobia na Paraíba este ano supera o total de 2010, que registrou 11 casos. 

A polícia local já tem os nomes dos dois suspeitos que cometeram o crime, mas eles ainda estão foragidos.

Fonte: http://acapa.virgula.uol.com.br/politica/paraiba-homem-tenta-evitar-agressao-a-jovem-gay-e-acaba-morto/2/14/14417

Por Redação em 09/08/2011 às 15h10

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

NOTA PÚBLICA SOBRE O DIA DO ORGULHO HETEROSSEXUAL



PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS
SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS
CONSELHO NACIONAL DE COMBATE A DISCRIMINAÇÃO E PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS


NOTA PÚBLICA SOBRE O DIA DO ORGULHO HETEROSSEXUAL


O Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção de Direitos Humanos LGBT vem a público repudiar, diante da sua justificava, a aprovação do PL 0294/05, de autoria do vereador Carlos Apolinario (DEM), pela Câmara Municipal da cidade de São Paulo, no último dia 2 de Agosto de 2011.
O CNCD LGBT solicita que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), vete tal projeto de lei, uma vez que o mesmo representa um retrocesso na luta pela igualdade e cidadania, e fere os marcos do Estado democrático e de direito.
A criação de um dia de luta ou orgulho significa um marco da existência de um grupo marginalizado politicamente que, nesse dia, afirma a sua presença na sociedade.
Diferente do dia internacional da mulher, do dia da consciência negra ou do dia do orgulho LGBT, que representam marcos históricos de luta contra violências reais na nossa sociedade, ao criar um dia do orgulho heterossexual não está falando da afirmação por respeito a uma orientação sexual, mas sim do reforço da heteronormatividade, que oprime mulheres, negras/os, homossexuais e reafirma os valores do machismo, do racismo e da homofobia.
Mais grave ainda do que o projeto em si é a justificativa para sua aprovação, de caráter nitidamente homofóbico. A possível sanção deste projeto banalizaria o enfrentamento da homofobia e estimularia atos de violência, como os que temos assistido nos últimos meses, sobretudo em São Paulo.
Não há justificativa histórica para a criação do Dia do Orgulho Hetero. A heterossexualidade nunca foi reprimida enquanto identidade sexual na nossa sociedade. Heterossexuais não sofrem discriminação em virtude de sua orientação sexual,não são vítimas de chacota, não têm a expressão de sua sexualidade reprimida, não sofrem violência nem são mortos por serem héteros.
Por outro lado, vemos acontecer diariamente uma dupla violência relacionada às orientações sexuais e identidades de gênero de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros.
Por todas essas razões, entendemos que a legislação aprovada pela Câmara paulistana não é compatível com os valores e objetivos fundamentais da República, como a igualdade, a dignidade da pessoa e o princípio da não-discriminação.
Brasília, 10 de agosto de 2011.


Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT
cncd@sdh.gov.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

CONVITE


O Fórum Estadual para Implementação da Lei Maria Penha, reunido na III Conferência de Políticas Públicas para as Mulheres de Florianópolis, realizada nos dias 29 e 30 de julho, deliberou pela realização de  Ato Público no dia 05 de agosto às 14h00min, em frente ao Juizado Contra a Violência Doméstica, sito a Rua Anita Garibaldi Centro (lateral do Instituto Estadual de Educação).

Este ato se constituíra em um abraço simbólico ao referido prédio, com panfletagem e apitaço.

Neste dia, como em todos os dias do ano exigimos o cumprimento dos direitos das mulheres como a efetiva implementação da Lei Maria da Penha que trouxe para arena pública a violência doméstica e intrafamiliar e tipificou as outras diferentes formas de violência como: a física, patrimonial, psicológica e sexual.

Maria da Penha, só para lembrar, protagonizou caso simbólico e perverso de violência doméstica. Em 1983, por duas vezes, seu marido tentou assassiná-la. na primeira vez com uma arma de fogo,na segunda por eletrocução e afogamento.As tentativas de homicídio resultaram em lesões irreversíveis à sua saúde,como paraplegia e outras seqüelas.Maria da Penha transformou sua dor em luta,tragédia em solidariedade. A sua luta e a nossa luta ressignificou a violência doméstica como uma questão de saúde pública e que exige uma rede de serviços como: Casas Abrigos, Centros Atendimento Especializados para atendimento a mulher em situação de violência, Defensoria Pública, a promoção e a realização de Campanhas educativas de prevenção de violência doméstica, a Capacitação permanente das Polícias Civis e Militar, da Guarda Municipal, do Corpo de Bombeiro, de Programas Educacionais, a inclusão nos currículos escolares de conteúdos relativos a direitos humanos, a equidade de gênero e de raça etnia a questão da violência domestica.

Por isto você que acredita que é possível a equidade de gênero, que a violência contra a mulher é uma questão que deve ser banida do nosso cotidiano, vista a sua camisa lilás e venha conosco no dia 05 de agosto, às 14h00min horas em frente à Vara Especializada em violência dizer que queremos a efetiva implementação da Lei Maria da Penha.


BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER;
TODA MULHER TEM DIREITO AUMA VIDA JIVRE SEM VIOLÊNCIA.



FÓRUM ESTADUAL PARA IMPLEMENTAÇÃO
DA LEI MARIA DA PENHA

sábado, 30 de julho de 2011

Jovem espancado por mulheres morre em SP



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O jovem foi espancado por seis mulheres no bairro do Jaraguá, zona oeste da capital. Imagens gravadas por câmeras de segurança de um posto de gasolina podem ajudar nas investigações. Uma das agressoras já foi identificada.