Neste espaço irei publicar artigos, links, reportagens, e diversos materiais de minha autoria ou de outros autores de referência da área da Administração, Gênero, Identidade de Gênero e afins. Este Blog respeita as normas e éticas dos direitos autorais.
É muito bom ter pesquisadores que tenham interesse pela área de Gênero e Diversidade. Pois o fato de poder contar com subsídios para instruir a população, abre portas para a soberania do saber, do conhecimento, do entendimento. E com isso a Ignorância, que é a falta de saber, de conhecimento some com o passar dos tempos.
Com este conhecimento, muitos educadores com mentes mais aberta já estão trabalhando com esta questão de Gênero e Diversidade nos colégios. Preparando assim cidadãos para um futuro de igualdade, minimizando assim a Ignorância que é o grande mal da Humanidade, ao meu ver nos tempos de hoje.
Por isso é com enorme alegria que deixo publicado abaixo, as informações sobre a defesa de Qualificação de Projeto de Tese, de Felipe Bruno Martins Fernandes. Um pesquisador muito competente e amigo.
Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), marcou presença mais uma vez na luta dos direitos da comunidade LGBTTI no Brasil.
Ontem, dia 02 de março de 2009, em audiência com o ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal, a ABGLT junto com o Coordenador do Programa Brasil Sem Homofobia, Paulo Biagi, o assessor da Senadora Fátima Cleide, Ronald Pinto e integrantes da Federação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do Distrito Federal e Entorno foi entregue Ofício PR 064/2009 (TR/dh), solicitando apoio às demandas dos direitos humanos da comunidade LGBTTI.
Esta audiência, assim como tantas outras ações já realizadas no Poder Judiciário e Legislativo, fazem parte das ações do projeto da ABGLT “Aliadas no Judiciário”.
Confira a baixo o teor do ofício entregue ao ministro.
Ofício PR 064/2009 (TR/dh) Curitiba, 02 de março de 2009
Ao:Exmo. Sr. Ministro Carlos Ayres Britto
Supremo Tribunal Federal
Assunto: Solicitação de Apoio
Senhor Ministro:
A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, foi criada em 31 de janeiro de 1995, com 31 grupos fundadores.Hoje a ABGLT é uma rede nacional de 203 organizações, sendo 141 grupos de lésbicas, gays, travestis e transexuais, e mais 62 organizações colaboradoras voltadas para os direitos humanos e Aids.
A missão da ABGLT é Promover a cidadania e defender os direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), contribuindo para a construção de uma democracia sem quaisquer formas de discriminação, afirmando a livre orientação sexual e identidades de gênero.
Várias pesquisas e estudos científicos realizados nos últimos anos têm confirmado que, apesar de determinados avanços, a população LGBT continua sendo alvo de desinformação, preconceito e discriminação.
Entre eles, podemos citar pesquisa intitulada “Juventudes e Sexualidade” realizada pela UNESCO em 241 escolas públicas e privadas em 14 capitais brasileiras e publicada em 2004. A pesquisa demonstrou que 39,6% dos estudantes masculinos não gostariam de ter um colega de classe homossexual, 35,2% dos pais não gostariam que seus filhos tivessem um colega de classe homossexual, e 60% dos professores afirmaram não ter conhecimento o suficiente para lidar com a questão da homossexualidade na sala de aula. (ABRAMOVAY et al., 2004, p. 277-304).
Pesquisas realizadas nas Paradas GLBT no Rio de Janeiro (2004), São Paulo (2005) e Pernambuco (2006) revelaram que 56% dos GLBT entrevistados já sofreram agressão verbal e 19% agressão física. Um total de 69% já sofreu discriminação por ser GLBT. As travestis e transexuais foram aquelas que mais sofreram violência física (72%), seguido dos gays (22%) e das lésbicas (9%). 32% dos gays, 32% das lésbicas e 26% das trans sofreram discriminação no ambiente familiar. (CLAM, 2007).
Este mesmo quadro se encontra instalado no Congresso Nacional, sendo que nestes vinte anos de “Constituição cidadã” não foi aprovado sequer um projeto de lei que vise garantir o alcance da igualdade de direitos da população LGBT. Ademais, foram apresentados vários projetos de leis relativos a essa temática que feriram o espírito universal da Constituição.
É nosso entendimento que, entre outras coisas, a Constituição Federal garante a igualdade, a não discriminação e a dignidade humana, a todos os cidadãos e todas as cidadãs, sem distinção de qualquer natureza.
Ocorre que as pessoas LGBT ainda não desfrutam de todos os direitos garantidos pela Constituição Federal e, como resultado, não raras vezes sofrem discriminação que se encontra respaldada pela omissão da Carta Magna. Exemplos disso incluem o não reconhecimento da união estável entre casais homoafetivos, a falta de garantia de permanência no lar quando o/a parceiro/a morre, bem como diversos outros exemplos citados no artigo “37 direitos negados” (anexo), publicado pela Revista Super Interessante em julho de 2004.
Assim sendo, gostaríamos de pedir seu apoio, na medida do possível, com relação a ações que se encontram no Supremo Tribunal Federal que visem garantir que os preceitos constitucionais da igualdade e da não discriminação sejam cumpridos em relação à população LGBT.
Para subsidiar nossa solicitação, anexamos os seguintes documentos:
*Compêndio de Legislação e Jurisprudência LGBTTT
*Os Princípios de Yogyakarta
*Programa Brasil Sem Homofobia
*Anais da I Conferência Nacional LGBT
*Artigo “37 direitos negados”, Revista Super Interessante, julho de 2004
*Pesquisa nacional Criminalização do preconceito ou da discriminação contra homossexuais (DataSenado)
*Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), nº 132/RJ
*Parecer da Advocacia-Geral da União sobre a ADPF 132/RJ
Referências citadas:
*ABRAMOVAY, M, CASTRO, M.G, SILVA, L.B. Juventudes e sexualidade. Brasília: UNESCO Brasil, 2004.
*CLAM - Centro Latino-americano em sexualidade e direitos humanos. Pesquisa 9ª Parada do Orgulho GLBT, SP 2005,e outros. Disponível em: Clic aqui. Acesso em 28 jun. 2007.
Na expectativa de sermos atendidos, agradecemos pela atenção proporcionada e colocamo-nos à disposição.
Navegando no profile de um amigo encontrei a tradução de uma música muito interessante, e com muita coisa para dizer e refletir. O nome da música é Born To Try de Delta Goodrem. Aproveitem!!!
Nascido para tentar.
Fazendo tudo que eu acredito,
Indo pelas regras que eu pensei, Mais compreensão do que esta a minha volta, E protegido pelas paredes do amor,
Tudo que você vê sou eu, E tudo que eu realmente acredito,
Por isso eu nasci pra tentar, Eu aprendi a amar, Ser compreensivo, E acreditar na vida, Mas você tem de fazer escolhas, Ser certo ou errado, Algumas vezes você tem de sacrificar as coisas que você gosta
Mas eu nasci pra tentar
Sem razão em falar o que você tem sido, E lamentar as coisas que acontecem, A vida esta cheia de enganos, destinos e verdades, Removendo as nuvens e olhando a grande foto
Tudo que você vê sou eu, E tudo que eu realmente acredito
Por isso eu nasci pra tentar, Eu aprendi a amar, Ser compreensivo, E acreditar na vida, Mas você tem de fazer escolhas, Ser certo ou errado, Algumas vezes você tem de sacrificar as coisas que você gosta
Mas eu nasci pra tentar
Tudo que você vê sou eu, E tudo que eu realmente acredito, Tudo que você vê sou eu, E tudo que eu realmente acredito
Mas eu nasci pra tentar
Por isso eu nasci pra tentar, Eu aprendi a amar, Ser compreensivo, E acreditar na vida, Mas você tem de fazer escolhas, Ser certo ou errado, Algumas vezes você tem de sacrificar as coisas que você gosta
Mas eu nasci pra tentar
Mas você tem de fazer escolhas, Ser certo ou errado, Algumas vezes você tem de sacrificar as coisas que você gosta
Temos a honra de convidá-l@ para integrar a solenidade de abertura da Formação de Tutores do Curso Gênero e Diversidade na Escola (GDE), que será realizada no próximo dia 16 de fevereiro, às 13h30, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (CFH/UFSC).
Esta é uma primeira edição da Formação em Gênero e Diversidade que estamos organizando e integra a Rede de Educação para a Diversidade, um programa do Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Universidade Aberta do Brasil (UAB) e a Secretaria Especial de Política para as Mulheres (SPM). O objetivo do curso é introduzir nas reflexões e na prática pedagógica de professor@s da educação básica brasileira, temáticas de gênero, raça/etnia e orientação sexual.
Em Santa Catarina, o GDE está sendo coordenado pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG/UFSC) e será oferecido na modalidade a distância para 10 Pólos de Apoio Presencial UAB no Estado: Blumenau, Braço do Norte, Canoinhas, Chapecó, Concórdia, Florianópolis, Itajaí, Itapema, São José e Videira.
Com a certeza de poder contar com sua presença, subscrevemo-nos,
Atenciosamente,
Profa. Dra. Miriam Pillar Grossi
Profa. Dra. Mara Coelho de Souza Lago
Profa. Dra. Carla Giovana Cabral
Comissão Organizadora da Formação em Gênero e Diversidade na Escola
Imagine que em um determinado dia todos os gays simplesmente não fossem trabalhar. Ao invés de ir trabalhar todos eles fariam algum serviço voluntário em alguma instituição programada anteriormente.
Sim, isso mesmo! Todos os gays simplesmente ligassem para o trabalho e dissessem “Hoje eu não trabalho, porque eu sou gay!”.
Tenho certeza que muitos estabelecimentos simplesmente ficarão impossibilitados de abrir suas portas. E talvez algumas pessoas se darão conta da presença de gays no cotidiano delas. Talvez algumas pessoas que são preconceituosas sintam “falta” de alguns gays por perto. Talvez seja um desejo utópico… Talvez muita gente “no armário” não tenha coragem de se expor dessa forma… Talvez… Talvez… Talvez…
Mas que eu gostaria de ver isso acontecer no Brasil, eu gostaria… vamos?
Essa notícia foi retirada do blog do No Ghetto, e que o mesmo retirou as idéias do blog do Marcos Freitas! Acesso em: 05/12/2008 Disponível em: http://noghetto.hitechlive.com.br/2008/11/26/indicando/um-dia-sem-gays/
O site www.naohomofobia.com.br, que teve como principal plataforma de seu lançamento a 13ª Parada do Orgulho LGBT-Rio (outubro/2008), pretende, com a estratégia de sua Campanha, ser uma poderosa ferramenta de divulgação, pressão e mobilização social, pela aprovação do PLC 122/06. O projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e aguarda votação no Senado Federal.
A proposta do site é a de ser um espaço democrático, que disponibiliza o conteúdo da Lei, defensores da causa no Senado, a polêmica em torno do debate e o principal: contar com o seu posicionamento, em um abaixo-assinado online, por meio do qual você poderá demonstrar seu apoio à criminalização da homofobia. Este abaixo-assinado a favor da aprovação do PLC 122/2006 será automaticamente enviado aos 81 senadores, com cópia para os 513 deputados federais, para o presidente da República e seus ministros, além do presidente do Supremo Tribunal Federal e do presidente do Superior Tribunal de Justiça.
É muito simples participar. Você preenche na Votação Online o seu nome, e-mail e RG ou CPF para validar a sua mensagem. Neste momento, você pode optar pelo registro de suas informações no banco de dados do Grupo Arco-Íris. O registro dessas informações será uma importante arma, para comprovar e divulgar aos senadores o número de pessoas que são favoráveis à lei.
A meta, além de esclarecer e desfazer boatos, é arrecadar mais de 1 milhão de assinaturas eletrônicas. A iniciativa inaugura, ainda, uma fase inédita de adesão da sociedade, utilizando a mídia mais democrática da história - a internet.
O www.naohomofobia.com.br tem o intuito de ser um grande propagador de assuntos que envolvem a questão da homofobia no Brasil e um aliado na conquista dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, além de forte instrumento de visibilidade e mobilização social no enfrentamento da homofobia no Brasil. Participe! Dê seu voto para dar um basta à homofobia no Brasil! Parceiros da Parada do Orgulho LGBT-Rio 2008 Movimento D´ELLAS, ABGLT, Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT.
CONHEÇA A CAMPANHA Cidadania digital: a campanha publicitária Não à Homofobia A Campanha Não Homofobia!, que teve como principal mobilização a 13ª Parada do Orgulho LGBT Rio (outubro/2008), tem o objetivo de ser um canal de divulgação, pressão e mobilização social, pela aprovação do PLC 122/06 - criminalização da homofobia. Este tema, que já havia sido discutido na edição passada da Parada do Orgulho LGBT - Rio, volta à tona e traz à causa mais ênfase, com a criação deste site, materiais gráficos e um conjunto de eventos no Rio e em várias partes do Brasil, que chamam à participação ativa da população para votar a favor da criminalização da homofobia. O site deverá ficará ativo até a Parada do Orgulho LGBT Rio 2009, com o objetivo de mobilizar as pessoas, trazer a discussão da violência contra o público LGBT. A campanha estampa manequins com as marcas da homofobia. O conceito Desenvolvida pelas agências Indústria Nacional Design e Dialogo Design, a idéia foi criar uma campanha que pudesse impactar a sociedade, mostrar a conseqüência da violência contra LGBT, mas sem retratar pessoas, fazendo isso de maneira sensível, criativa e inovadora. Daí, a idéia de usar os manequins, que possuem uma expressão sem brilho, plástica, mas refletem justamente o que uma pessoa sente quando ela é agredida por sua orientação sexual ou identidade de gênero: apanha simplesmente por existir. No fim, é como se os manequins ganhassem vida e a imagem faz refletir sobre todo tipo de violência. Cartaz da Parada GLBT 2008, que divulga a campanha
As metas Além de esclarecer sobre o PLC 122/06 e desfazer boatos e inverdades de setores fundamentalistas e conservadores, o ponto de partida é arrecadar mais de 1 milhão de assinaturas eletrônicas, até o fim da campanha [na Parada do Orgulho LGBT Rio 2009].Ampliar a rede de mobilização nacional pela aprovação do PLC 122/06 e contribuir para o intercâmbio de ações de diversos agentes pró-lei, como Organizações do Movimento LGBT, entidades de promoção dos direitos humanos e combate a discriminação, acadêmicos, formadores de opinião, personalidades, empresários, veículos de comunicação e você.A campanha terá 06 etapas, sendo:
1ª Etapa - Lançamento do site e dos materiais da campanha publicitária - em 21 de setembro de 2008 (cartazes, filipetas, adesivos, camisas, entre outros);2ª Etapa - Inauguração dos pontos digitais de adesão à campanha em 30 locais - a partir de 26 de setembro de 2008 (até 30 computadores instalados com um box de suporte e sinalização da campanha com 30 promotores com figurino em bares, boates, centros culturais no Rio no período de 15 dias);3ª Etapa - Programação Oficial de Eventos da 13ª Parada do Orgulho LGBT - Rio - 2008, entre 04 de outubro a 23 de novembro de 2008 (exposição da campanha por meio de banner e materiais de divulgação nas festas, ciclo de debates, seminários, cerimônia de prêmios, ato solene, mostra de filmes, exposição artística, entre outros para um público de pelo menos 20 mil pessoas pelo período de 50 dias);4ª Etapa - Parada do Orgulho LGBT - Rio, na Praia de Copacabana - 12 de outubro de 2008 (1,2 milhões de pessoas vendo a campanha nos banners e blimps dos 12 trios oficiais, entre eles 04 trios como pontos digitais de adesão, onde teremos 80 computadores com plug 3G para votação online a essa inédita campanha, que representará um marco tecnológico e histórico. Pretende-se coletar 40 a 70 mil assinaturas neste dia);5ª Etapa - Lançamento da Campanha e do Site em mais de 11 capitais brasileiras - Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém do Pará, Porto Velho, Brasília, Goiânia, entre outras - A partir de 20 de outubro (continuidade da exposição do site nesses lançamentos, como um incentivo a sua visita e aumento da visibilidade da campanha por meio de banners e materiais de divulgação nesses eventos, atingindo um público de pelo menos 1.500 pessoas diretamente. Para isso estão sendo estruturadas parcerias com grupos e organizações locais);6ª Etapa - Até outubro de 2009 - Pretende-se obter a adesão de 1 milhão votos/mensagens (além da mensagem que você enviou automaticamente, nesta data apresentaremos um relatório completo desse posicionamento ao Senado Federal, a Câmara dos Deputados, aos presidentes da República, Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça).
Senhor Presidente, senhoras e senhores Deputados, na semana passada, a Criminalização da homofobia e União Civil LGBT debateu aqui, no congresso Nacional, já que dois seminários LGBT estão realizados na Capital Federal. Representantes dos 27 Estados brasileiros e convidados participaramdo II Seminário de Advocacy LGBT, que tem como objetivo planejar e reforçar as ações de atuação no Congresso Nacional e nos legislativos estaduais, municipais e distrital. As estratégias de incidência política para 2009, pretendem contribuir com a comunidade LGBT, e com isso avançar nas conquistas de igualdade de direitos e combate a homofobia. O II Seminário tem como financiadora a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da Republica (SEDH/PR). A organização e execução é da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), por meio do Projeto Aliadas e com a parceria da Frente Parlamentar Pela Cidadania LGBT. O II Seminário de Advocacy antecedeu o V Seminário Nacional LGBT, que nesta quinta edição aconteceu no 27 último, no Senado Federal, e que teve como pauta dois importantes Projetos de Lei para milhões de cidadãos e cidadãs do Brasil: o PLC 122/2006, que punirá práticas de discriminação contra LGBT e o PL 1151/1995 da ex-Deputada Marta Suplicy que, se aprovado, estabelecerá no país a União Civil entre pessoas do mesmo sexo. O V Seminário Nacional é uma iniciativa da Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, em parceria com a ABGLT/Projeto Aliadas, as Comissões de Direitos Humanos e de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados, com financiamento da SEDH/PR. Era isso que eu tinha a dizer, Senhor Presidente. Muito obrigada.
Sala das Sessões, 01 de dezembro de 2008.
Deputada Vanessa Grazziotin
PCdoB/AM
Encaminhado por Mariete, em 03 de dezembro de 2008.
Este é o ano das conferências que falam sobre os Direitos Humanos, já tivemos muitas conferências este ano, como a Conferência do Idoso, da Criança e do Adolescente, da Juventude, GLBTT e dentre outras, e agora fechando com a Conferência Nacional dos Direitos Humanos, que será realizada no dia 15 ao dia 18 de dezembro de 2008 em Brasília.
O Grupo Liberdade, que é um Grupo Blumenauense de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Travestis (GLBT), está realizando o I Encontro GLBT de Blumenau, para discutir os direitos dos homossexuais, bissexuais e Transsexuais, e exigir apoio jurídico nos casos registrados de homofobia, em Blumenau, O encontro será realizado no dia 29 de novembro, das 14h às 18h, na Biblioteca da FURB localizada a Rua Antônio da Veiga, 140 Blumenau. O evento será focado no direito da “livre manifestação da diversidade das orientações sexuais”. O grupo sugere a realização de um seminário voltado ao aprofundamento dos direitos dos homossexuais de Blumenau e região. Um dos objetivos é difundir os esforços da luta contra preconceito, realizado nacionalmente, através do Programa Brasil Sem Homofobia, organizado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, do Governo Federal, que prevê ações nas áreas da saúde, segurança pública, trabalho, educação e cidadania no combate à violência e à discriminação contra GLTBs. O Coordenador de articulação GLBT na cidade propôs “a algumas entidades empresariais da cidade a criação de uma parceria." "Expomos nossos objetivos na luta contra o preconceito e a violência contra os homossexuais”, esclarece Lenílson Luís da Silva. Também foi tentado estabelecer parceria com a Secretaria da Saúde para aprofundar debates estratégicos de combate e prevenção das DST/Aids, mas a proposta foi negada pela secretária Elizabete Ternes. “Uma pena, pois uma entidade pública deveria apoiar as causas sociais”, critica.
Na avaliação do grupo Liberdade, o encontro será o primeiro passo para “quebrar o preconceito e conservadorismo em Blumenau”.
Segundo Silva, a senadora Ideli Salvatti e a deputada estadual Ana Paula Lima se colocaram à disposição para ajudar na realização do evento.
Sobre o Programa de TV SuperPOP da Emissora RedeTV, da apresentadora Luciana Gimenez, que esta sob a direção de Marcelo Nascimento, e vai ao ar de segunda a sexta-feira a partir das 22h, teve uma programação no dia 10 de outubro de 2008 com uns Psicólogos entrevistado e com uma Trans. A programação que foi ao ar no dia 10 de outubro fez uma entrevista com uma Transexual, Educadora do Ensino Fundamental, e que tem seu Núcleo Familiar muito bem estruturado, ou seja, há uma grande aceitação sobre sua vida sexual e profissional dentre seus familiares e amigos. Foram cinco Psicólogos e a Trans que foram entrevistados, os profissionais da psicologia estavam aparentemente fazendo uma sabatina com a Trans, e ao invés de se utilizarem dos conceitos e autores falassem algo sobre o assunto em pauta, ou relatassem pesquisas e documentos oficiais, se utilizavam dos seus próprios pré-conceitos de seus julgamentos particulares, coisa que eles enquanto profissionais não o poderiam fazer ali, pois estavam os cinco representando uma classe profissional e não o seu EGO e o seu EU, o PARTICULAR. Bem, não posso ser tão radical em dizer que foram os cinco a atacarem a Trans, dentre eles, dois estavam mais próximos de uma discussão mais elevada e compatível com a dignidade humana, social e científica. Dois psicólogos se utilizaram das Leis de Diretrizes de Base da Educação para dizer que um Trans, Gay ou Lésbica não só não pode lecionar "pois irão confundir e influenciar a cabeça das crianças que estão em formação" como fazer com que elas sigam e acabem sendo Trans, Gays, Lésbicas com causa da presença da(o) educadora(o) dentro de sala de aula e no colégio. Um dos psicólogos teve a audácia de dizer que se ela (Trans) quisesse ser educadora que ela então fosse só em nível superior, pois assim a cabeça dos indivíduos já tinha saído da faze de formação, de onde precisavam de bases solidas. Ai Eu (Fabricio) a Natércia, respiramos fundo... Pois estávamos vendo a entrevista e comentando no MSN tudo o que acontecia.
E cheguei a mandar o seguinte e-mail ao programa enquanto acontecia a entrevista, conforme abaixo:
Gostaria de saber quem são estes entrevistados, pois tanto a Travesti e a Gay que esta ali são pessoas inteligentes e capazes. Porém os demais que se dizem PSICOLOGOS não parece, pois pessoas assim num programa de TV estão dando a opinião PESSOAL deles e não enquanto psicólogo. Estou deixando aqui o meu repudio contra eles. E estou aqui no MSN online com Psicólogos que são do CRP da 12 Região de Santa Catarina. Aqui em Santa Catarina temos várias educadores desde educação infantil até na educação superior e todas e todos educadores são muito bem capacitados assim com a Giane que esta ai sendo entrevistada. Nossa estes psicólogos ai não sabem nem o que é Ética e muito mais Ética Pedagógica. Sou educador, sou gay e assim como eu vários educadores aqui em Santa Catarina estamos vendo este programa e estamos achando tudo um absurdo. Os núcleos de estudos e os movimentos sociais aqui de Santa Catarina iremos fazer um documento de repúdio para estes entrevistados deste programa e pedir a cassação dos registros destes que se "dizem" psicólogos. Pois eles desconhecem a Declaração Universal dos Direitos Humanos e muitos menos sobre o que é Educação e sobre a LDB. Gostaria de uma oportunidade de pessoas mais capacitadas falarem do que estes supostos Psicologos.
Sou Fabricio, coordenador da Conferência Estadual dos Direitos Humanos, Professor, Administrador, Pesquisador, Membro do Movimento Catarinense LGBT, e nunca vi tando absurdo.
Abraço,
----------------------------------------------------------------------------- Adm. Fabricio Lima Skype: adm.fabriciolima MSN: limadigit@hotmail.com Site 1: http://admfabriciolima.blogspot.com/ Site 2: http://www.fotolog.com/adm_fabricio/ Site 3: http://www.nigs.ufsc.br/ Site 4: http://frenteglbtttfloripa.blogspot.com/ ----------------------------------------------------------------------------- Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2068945585258478 ----------------------------------------------------------------------------- ^ "Antes de imprimir este e-mail reflita se realmente / \ é necessário, não se esquecendo de sua responsa- /_ _ \ bilidade com o Meio Ambiente e nossa economia" ..... ........ -----------------------------------------------------------------------------
O Programa até hoje não me deu retorno deste e-mail. E andei recebendo e-mail's comentando que este programa esta no Ranking da Baixaria na TV. Temos que descobrir o nome destes Psicólogos entrevistados para tomar alguma atitude pess@l... Vamos lá, mãos a obra e vamos ensinar para estes Psicólogos desenformados que ser Trans, Gay, Lésbica não é ser doente e sim um Ser Humano como qualquer outro.
Um forte Abraço a Tod@s e Sucesso,
---------------------------------------------------------- Adm. Fabricio Lima Skype: adm.fabriciolima MSN: limadigit@hotmail.com Site 1: http://admfabriciolima.blogspot.com/ Site 2: http://www.fotolog.com/adm_fabricio/ Site 3: http://www.nigs.ufsc.br/ Site 4: http://frenteglbtttfloripa.blogspot.com/ ---------------------------------------------------------- Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2068945585258478 ---------------------------------------------------------- ^ "Antes de imprimir este e-mail reflita se realmente / \ é necessário, não se esquecendo de sua responsa- /_ _ \ bilidade com o Meio Ambiente e nossa economia" ..... ........ ----------------------------------------------------------
Autor: Adm. Fabricio Lima
E-mail encaminhado no dia 26/10/2008 para várias listas de discussão como:
- Frente GLBTTT de Florianópolis – Punição Homofobia
Jerusalém, 23 out (EFE) - O Exército de Israel tem em uma de suas características menos conhecidas o papel de impulsionador dos direitos de homossexuais, lésbicas e transexuais que fazem parte da corporação, estando à frente da sociedade. Considerado um dos mais poderosos no campo de batalha e em capacidade tecnológica, o Exército israelense (Tzahal) está entre os pouco mais de 20 no mundo que permitem que homossexuais assumidos sejam militares. Nos últimos anos, associações de gays, lésbicas e transexuais dividem conferências e organizam oficinas para que desde o recruta recém-convocado até o comandante saibam quais são os principais problemas enfrentados pelos membros da comunidade dentro do Exército. "Nosso trabalho é mudar todo tipo de preconceito por meio da educação. Costumamos falar sobre experiências pessoais e damos orientação profissional a soldados e comandantes", explica à Agência Efe Yael Rabhon, diretora da organização "Hoshen" (Educação e Mudança), que coopera com as Forças Armadas em um projeto piloto. Dentro do Exército de Israel, os homossexuais vivem uma situação ambivalente, pois, nos últimos anos, cada vez mais jovens e militares de carreira decidem assumir sua opção sexual ao contar com o apoio da legislação militar, que proíbe expressamente e pune todo tipo de discriminação. No entanto, a homofobia ainda persiste em um estamento caracterizado pela demonstração da força, pela virilidade e outros estereótipos. "A situação varia de acordo com a unidade em que se serve. Cada vez mais as pessoas estão abertas em relação aos homossexuais, mas ainda existem medos e muita ignorância", contou à Efe um soldado de 21 anos que trabalha em uma unidade de documentação. Este jovem prefere esconder seu homossexualismo dos companheiros, mas reconhece que "são casos isolados os que têm problemas por sua condição". Avner Dafni, diretor da organização de gays, lésbicas e transexuais Camoni-Camoja, revelou à Efe um caso em que soldados homossexuais foram agredidos por seus companheiros em uma operação em território ocupado palestino. "Isto não foi divulgado porque as vítimas vieram até nós e preferiram que o Exército resolvesse isso diretamente. Falamos com os comandantes e os agressores pagaram pelo que fizeram", acrescenta. Em Israel, os homossexuais não podem se casar, pois a ortodoxia judaica, que contempla apenas a união heterossexual, domina a legislação matrimonial. No entanto, o Exército é a primeira instituição a permitir que casais gays se registrem como tais e tenham os mesmos status e direitos de um heterossexual casado na hora de receber assistências sociais e econômicas, diz Amit Lev, porta-voz da organização Open House, que organiza a Parada do Orgulho Gay em Jerusalém. Lev conta o caso de um alto comandante que morreu em 1996 de câncer e cujo companheiro recebeu os mesmos direitos que o Exército dá a uma viúva nestas circunstâncias. A instituição ainda permite que as pessoas que decidem mudar de sexo completem o processo dentro das Forçar Armardas. "Se você é transexual e começa a transição dentro do Exército, então pode mudar de unidade e se apresentar com o gênero que sente que tem", afirma Dafni. Em Israel, os homossexuais nunca foram proibidos formalmente de prestar serviço militar, até porque o recrutamento é obrigatório - tanto para homens quanto para mulheres -, embora antes de 1980 os militares conhecidamente gays fossem destituídos. Em 1983, foi regulamentada pela primeira vez a integração deles ao Exército, mas não seu acesso a postos destacados na inteligência. Uma década depois, o primeiro deputado abertamente gay, Uzi Eben, revelou que foi destituído do cargo de oficial e foi impedido de ter acesso a determinados conteúdos dentro da inteligência militar devido à sua condição sexual. Seu depoimento no Parlamento em 1993 provocou uma tempestade política e forçou o Exército a mudar as práticas restritivas aos homossexuais, que, desde então, percorreram um longo caminho em defesa de seus direitos nas Forças Armadas de Israel. EFE db/rb/db K:SOC:SOCIEDADE-SAUDE,SOCIEDADE POL:POLITICA,DEFESA Q:SOC:pt-BR:14010000:Temas sociais:Minorias POL:pt-BR:11001004:Política:Defesa:Forças armadas N:C 10/23/11-58/08
Está se multiplicando nos meios gauchescos, mais do que fofoca em boca de comadre, um artigo alertando contra o que chamam de "avanço assustador do homossexualismo", inclusive nos Centros de Tradições Gaúchas (CTGs). O texto, publicado no dia 6 pelo tradicionalista Ademir Canabarro no site Coxixo Gaúcho, é polêmica em estado puro com as ONGs que defendem os direitos dos homossexuais. O autor, um comerciante gaúcho radicado em Santa Catarina, diz que a liberdade de escolha sexual "invadiu" o tradicionalismo. Apesar de se afirmar favorável à livre expressão da sexualidade, Canabarro critica muitos peões que dançam nos CTGs como se "disputando com a prenda doçura e meiguice", a tal ponto que parecem "duas prendas dançando". — Os peões mais delicados, por assim dizer, não devem se esquecer que neste momento estão interpretando um homem heterossexual que prefere mulher — argumenta Canabarro. Nascido em Santo Ângelo (RS), o "cataúcho" Canabarro vive há 22 anos em Navegantes (SC) e ressalta que não é porta-voz do MTG, sequer ligado ao movimento, "apenas um tradicionalista". Ele acredita que o "jeito de ser gaúcho" só sobrevive porque os CTGs criaram regras, ao ponto de o MTG ser "o maior movimento cultural regional do mundo". — O que não pode é descaracterizar. Tempos atrás, um CTG de Brasília sediou um baile gay. O patrão argumentou, depois, que alugou o prédio sem saber. Até pode ser, mas tinha cartaz na cidade toda avisando. Ora, aquilo é lugar para tradição gaúcha, não para cultura homossexual — diz Canabarro. Ele não teme ser taxado de preconceituoso, até porque não está isolado em sua opinião. O artigo que ele escreveu tem sido reproduzido em correntes de e-mails Brasil afora e em outros sites. Na maioria das vezes, de forma elogiosa. Ao saber do artigo, por meio de Zero Hora, o coordenador-geral do Grupo Somos, o advogado Gustavo Bernardes, mostrou-se "perplexo, mas não surpreso" com a postura do tradicionalista. — Não entendo o medo deles, se são tão machos. A homossexualidade não é contagiosa. Não é doença nem perversão, já provado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Organização Mundial da Saúde. Se fosse contagiosa ou capaz de influenciar, não haveria gays, porque eles vêm de um casal hétero — afirma. Bernardes avalia que o preconceito com gestos femininos dentro dos CTGs deve-se a uma visão machista, que vê a mulher como um ser inferior ao homem. Segundo ele, as práticas sexuais entre pessoas do mesmo sexo não são recentes: — Há casos desde a Grécia antiga. Nos CTGs, isso também não é de agora, só está aparecendo mais. Para o presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Oscar Gress, o artigo de Canabarro é um alerta para a preservação dos costumes gaúchos e contra os "excessos de maneirismos" de alguns homens nos CTGs. O líder maior dos tradicionalistas diz que ninguém é contra os gays, "desde que não tentem transformar os CTGs num mundo cor-de-rosa". — Tem aparecido tanto adereço nos bailes, que qualquer dia desses alguém vai entrar vestido de prédio... Se a tchê music não pode ingressar em CTG porque descaracteriza a tradição, muito menos vamos tolerar baile gay. Que Deus me tire a vida se o MTG virar isso. Mulher é mulher, homem é homem — resume Gress, que é soldado reservista da BM.
Comentários
EduardoDenuncie este comentário16/10/2008 08:06 Só o fato de haver uma discussão a respeito do tema mostra o quanto algumas pessoas precisam evoluir. A mera citação de um grupo como "diferente" é discriminatória, isso é o que a maioria não percebe. Muitas pessoas LGBT se escondem justamente por medo ou por um preconceito internalizado, dada a cultura em que vivem. Se todas essas pessoas "saíssem do armário", não só os pampas, mas o mundo todo ficariam surpresos com a verdade que preferem não enxergar!
Roberto Luiz WarkenDenuncie este comentário16/10/2008 03:31 Eu tenho uma idéia melhor para esta criatura magnífica que, ainda conta com o apoio de quem deveria dar exemplo, e não o faz. Aproveitando o FEBEAPÁ-Festival de Besteiras que Assolam o País, vai incentivar a FARRA DO BOI? O SEPARATISMO DO SUL? O RENASCIMENTO DE 1945? Que tal O ÓDIO EM NOME DE UMA BÍBLIA? De Jesus? As vezes aquilo que a gente tanto combate e odeia, mora na nossa casa, é um/a filho/a, ou dorme em nossa cama. Cuidado. Aprenda:há várias sexualidades e formas de afeto. Respeite!
Nunca achei que devesse fazer divulgação de algo/alguém somente por sua orientação sexual. Aliás, sempre fui meio contra o estilo “gays do mundo - uni-vos!”. Ao mesmo tempo, sabemos que sempre há a possibilidade de que algum tipo de preconceito acabe prejudicando algumas pessoas por causa de sua orientação sexual. Não parece ser o que está acontecendo no programas Ídolos da Rede Record. Uma das concorrentes (já classificada para a próxima fase!) é assumidíssima, tem uma mistura grande de traços masculinos e femininos, é dona de uma voz muito bacana e esta lá… arrasando! Maria Christina dá muita pinta e vem chamando atenção da crítica especializada. E você também pode ajudar… sabe como? Vá até à página oficial do programa (que está dentro do MySpace!) e vote, dê sua opinião, manifeste seu apoio, xingue os jurados (rss), etc. O peso dos votos pela internet é imenso. Você pode ajudar a elegê-la a vencedora desta edição! É sério! Tem vários fóruns para você demonstrar seu apoio, deixar mensagens, ver vídeos e um monte de outras coisas. Se quiser mandar uma pergunta ou vídeo pra lá ainda corre o risco de aparecer no programa! Em um dos vídeos do MySpaceTV (bem no finalzinho!) ela manda um alô e pede o apoio da comunidade “GLS”… a loira que está com ela também entra no clima… detalhe pra produção dela estilo “Cássia Eller versão 2008″! Ah, o link do perfil dela no MySpace é esse aqui.
Deu na Folha… e a gente acredita e divulga: O Juizado da Infância e da Juventude de Recife (PE) deu sentença favorável ao pedido de adoção de duas irmãs -de cinco e de sete anos- feito por um casal homossexual masculino que vive em Natal (RN). Embora ainda envolto em “procedimentos diferenciados” não deixa de ser um ganho. Principalmente pelo fato de a adoção ter sido feita pelos parceiros e não por somente um dos envolvidos, como comumente é feit o, gerando assim um fato inédito no país. “A Constituição diz que não pode haver discriminação de sexo, cor, raça nem qualquer outro meio. E o ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente] afirma que é dever do Estado e de todos proteger integralmente a criança”, diz o juiz Élio Braz Mendes, responsável pelo julgamento do caso. O juiz ainda afirmou que sua decisão “nesse caso, surgiu como certeza de que isso era o melhor para as crianças”. Ao mesmo tempo, afirmou que “Não estou reconhecendo a união civil dessas duas pessoas, estou dizendo que elas constituem uma família afetiva capaz de exercer o poder familiar, dar guarda, sustento e educação.” Os parceiros (que não tiveram os nomes divulgados) procuraram o Juizado de Recife e passaram por avaliação psicológica para realizar o cadastro que disponibilizou seus nomes para a adoção. Em poucos meses receberam a proposta para adotar as irmãs, abandonadas pela família biológica e vivendo em um abrigo. Levadas a Natal, as duas irmãs passaram um ano com os novos pais, em um período de convivência familiar, com o acompanhamento pela Justiça. Para casais heterossexuais, o intervalo de tempo médio de observação é de dois meses. O Ministério Público de Pernambuco afirmou que não irá recorrer da decisão.
Salvador elegeu primeiro candidato que se declara homossexual para ocupar uma cadeira na câmara de vereadores.
Leo Kret do Brasil, candidato do PR, que ficou conhecido ser o dançarino de um grupo de pagode nas festas de Salvador, foi o quarto postulante a vereador com melhor votação na capital da Bahia.
Com 12.861 votos, Leo Kret do Brasil ocupará no inicio de janeiro uma das 41 cadeiras na Câmara Municipal de Salvador. Durante sua campanha ele prometeu lutar pelos direitos da comunidade gay.
Leo Kret nas ruas de Salvador (Foto: Genilson Coutinho/VC no G1)
As informações da página VC no G1 foram enviadas por um leitor do G1. Quer participar também? Clique aqui e saiba como. (Genilson Coutinho Internauta, Salvador, BA)
Geraldo Alckmin iniciou sua vida política aos 24 anos quando foi eleito prefeito de Pindamonhangaba. Ao mesmo tempo em que exerceu o cargo, finalizou o seu curso de medicina. Alckmin fez parte do grupo dissidente do PMDB que, junto com Mário Covas e FHC, fundariam o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).A sua vida política ganharia grande notoriedade ao assumir o cargo de vice-governador na chapa de Mario Covas. Na metade do segundo mandato, Covas viria a falecer em decorrência de um câncer. Geraldo terminaria o mandato e ainda seria reeleito. Em 2004, Geraldo disputou a presidência da república com Lula e amargou uma derrota. Este ano, o candidato tucano disputa a prefeitura de São Paulo em meio a muita polêmica por conta de dissidentes do PSDB que resolveram apoiar Kassab. Em sabatina da Folha, Alckmin disse que essas pessoas "trabalham pela desconstrução do PSDB". No dia 3 de setembro, Alckmin surpreende a muita gente e comparece ao encontro com a comunidade LGBT, onde firmou parceria e disse que depois poderia ser cobrado, além de dizer que teve muito orgulho de ter assinado a Lei Estadual Anti Homofobia. Deixou claro também que, em uma possível gestão, a "Parada será mais que um orçamento na prefeitura". A seguir, você confere entrevista exclusiva que Geraldo Alckmin concedeu ao A Capa. Quais suas propostas para o fortalecimento da CADS?Vamos fazer dotação orçamentária própria para a Parada do Orgulho - um evento oficial da Prefeitura, cujo orçamento hoje é vinculado ao orçamento da CADS. Com isso, ampliaremos as atividades de CADS, incluindo nas periferias da cidade. Como avalia a atual gestão no que diz respeito às políticas destinadas à população LGBT?As principais conquistas da comunidade LGBT dentro da atual gestão foram realizadas quando o governador José Serra (PSDB) ainda era prefeito: a criação da CADS, do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual e do Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia. Nada de relevante foi feito após, apenas uma continuidade do que estava dando certo a partir de uma política social implementada pelo PSDB.O atual prefeito, Gilberto Kassab, vetou na íntegra um PL que previa sanções no âmbito do município paulistano às atitudes/ataques homofóbicos. O que pensa a respeito?O PL foi vetado sob a alegação de possíveis questionamentos de inconstitucionalidade. Entretanto, as distorções deveriam ter sido corrigidas com vetos parciais, para que todos os esforços e pleitos não tivessem sido em vão. O meu governo não poupará esforços para aprovar o PL 359/2007, que trata sobre a mesma questão. É a favor de se instituir na grade curricular das escolas municipais o ensino da diversidade sexual?Vamos capacitar professores para estarem preparados para prevenir e agir em casos de discriminação e em respeito à diversidade. Para os alunos das EMEFM (Ensino Fundamental), ampliaremos as ações que visam a prevenção das DSTS, gravidez precoce e respeito à diversidade. A cidade de São Paulo tem sofrido ultimamente com inúmeros ataques homofóbicos. Nesse sentido, há alguma proposta para diminuir tais ocorrências? Como Governador, sancionei a Lei 10.948/01, que pune o preconceito relacionado à orientação sexual ou identidade de gênero em todo o Estado de São Paulo. Também criei a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, responsável pela prisão de gangues homofóbicas e pelo combate a outros crimes contra LGBTs. Várias gangues homofóbicas foram desmanteladas e presas. Como prefeito, terei mais condições de integrar os órgãos públicos municipais como a GCM - com uma maior capacitação dos seus quadros - na luta contra a homofobia.Se um candidato a prefeitura ou a outro cargo do executivo for homossexual assumido, isso pode ser fundamental para a vitória ou para derrota? A orientação sexual de um político não deve ser fator preponderante para uma vitória ou derrota a um cargo executivo. O que deve nortear uma eleição é seu passado político, de realizações, suas propostas e capacidade de realizá-las.Qual será a postura de uma eventual prefeitura de Geraldo Alckmin em relação à Conferência Municipal LGBT? Uma próxima conferência municipal terá nosso total apoio. Se houver apoio dos Governos Federal e Estadual, seguindo o calendário, ela poderá ser realizada ainda em 2010. Há setores da população LGBT que, por conta da sua ligação com a Igreja Católica, acreditam que o senhor não trataria com sensibilidade real os gargalos das pessoas homossexuais da cidade de São Paulo. Gostaria que o senhor falasse a respeito.Como disse, como Governador, sancionei a Lei 10.948/01, que pune o preconceito relacionado à orientação sexual ou identidade de gênero em todo o Estado de São Paulo e também criei a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância. O PSDB foi o partido que mais fez pela comunidade.
Candidata à prefeitura de São Paulo pela primeira vez, a vereadora Soninha Francine (PPS) é aliada reconhecida do movimento LGBT, sempre é vista e comparece a eventos da comunidade como a Caminhada Lésbica, Conferência Municipal e ENTLAIDs.Em entrevista exclusiva, Soninha apresenta ao A Capa suas propostas ao LGBTs.Quais são suas propostas para o movimento LGBT?Na área de cultura, promover mostras de filmes e de teatro e festivais literários com temática LGBT. Garantir a continuidade de ações desenvolvidas pela Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual, como a Virada LGBTT e a Semana de Visibilidade Lésbica. Na educação, trabalhar com a diversidade sexual nas escolas, por meio de oficinas, publicações. reuniões, seminários e atividades culturais. Nosso primeiro público serão os professores e demais profissionais da Educação. Depois, alunos e suas famílias. Incluir os Jogos da Diversidade como parte do calendário oficial da cidade de São Paulo. Promover ações de combate à discriminação e ao preconceito nos esportes em todos os estabelecimentos voltados para a prática esportiva no município. Capacitar todos os funcionários que trabalham com atendimento ao público (na Saúde, Assistência Social, Subprefeituras, GCM, etc.) Sensibilizar os funcionários públicos municipais sobre as situações de preconceito e discriminação, inclusive nos casos de homofobia velada. Garantir que travestis e transexuais sejam chamados pelo nome que escolheram em todos os serviços públicos do município. Quanto a Parada Gay, quais serão seus objetivos?Dar apoio e suporte institucional de tráfego e segurança para a Parada. Promover e divulgar. Trabalhar em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT. No turisimo, garantir a hospitalidade no trato com o turista LGBT que visita São Paulo em todas as épocas do ano. Distribuir guias da cidade de São Paulo voltados para o segmento. Dar apoio a iniciativas que promovam o turismo LBGT na cidade.Qual sua opinião sobre a 1ª gestão da CADS?A criação da CADS em si foi uma resposta positiva à um desejo do movimento LGBT da cidade. Dentro do seu campo de atuação e com as devidas proporções (já que não tem o status a de uma secretaria), a CADS se saiu bem, promovendo eventos, oficinas, produzindo material especifico para a população LGBT, organizando a primeira conferência LGBT do município e acolhendo demandas do movimento das Trans. Destaque para a criação do Centro de Referência de Direitos Humanos. O atual prefeito, Gilberto Kassab, vetou na íntegra um PL que previa sanções no âmbito do município paulistano às atitudes/ataques homofóbicos. O que pensa a respeito? Kassab vetou o projeto alegando razões técnicas - mas sabemos que a convicção política pode levar a esta ou aquela interpretação sobre os aspectos técnicos. Tomamos todos os cuidados, na elaboração do Substitutivo, para respaldar o projeto da legislação vigente. Na ocasião, fizemos na Câmara Municipal um ato com representantes do movimento contra o veto e no mesmo dia apresentamos um novo projeto com o então vereador Carlos Gianazzi, corrigindo os problemas alegados.Há alguma proposta de seu governo para diminuir as ocorrências de ataques a gays?Dar continuidade às ações de capacitação da Guarda Civil Metropolitana. Ampliar o atendimento oferecido pelo Centro de Referência em Direitos Humanos de Prevenção e Combate à Homofobia. Trabalhar em parceria com a Delegacia de Crimes de Intolerância, com o Centro de Referência da Diversidade e outras instâncias representativas de defesa dos Direitos Humanos. Apoiar organizações da sociedade civil, que trabalhem com a defesa dos Direitos Humanos para LGBTs. Implementar Programa Municipal de Combate à Homofobia em todos os bairros do município. É a favor de incluir no conteúdo programático das escolas municipais a educação à diversidade sexual?É fundamental pensar em políticas de educação para promover o respeito à diversidade, e isso inclui a escola - mas vai além. É preciso capacitar os servidores públicos e fazer campanhas junto à sociedade de modo geral, por meio de cartilhas, cartazes, cursos, palestras, oficinas, eventos culturais (festivais de teatro e cinema) e esportivos e dos meios de comunicação, para que se combata a desinformação, o preconceito, a discriminação e a violência. Assim, não se trata exatamente de incluir no "conteúdo programático das escolas", mas incorporar como política educacional em vários níveis. Fora a CADS, você tem alguma proposta no sentido de criar uma Secretaria, ou coordenadoria destinada aos LGBT? Não. Mas melhoraria as condições da CADS com mais recursos orçamentários para ações educativas e divulgação de suas atribuições, dentro da administração e junto à sociedade de modo geral; a criação de mais alguns Centros de Referência LGBT pela cidade e o aprimoramento das formas de contato com a prefeitura de modo geral - por telefone, internet e pessoalmente nas Subprefeituras. Em sua opinião, se um candidato a prefeitura ou a outro cargo do executivo for assumidamente homossexual, isso pode ser fundamental para a vitória ou para derrota? Infelizmente, pode. Mas, se fosse o meu caso, eu correria o risco. Você participa ativamente dos encontros e palestras ligadas as comunidades LGBTs. Como você vê a postura de políticos que, em véspera de eleição, organizam comissões em prol do movimento e nunca comparecem nas reuniões.Pode ser oportunismo, mas a aproximação com o movimento, mesmo que se dê com "segundas intenções", poderá ser de proveito do próprio movimento, que poderá se tornar mais visível, reafirmar suas reivindicações e propostas e cobrar compromissos depois. O movimento está sendo cada vez mais levado em conta na pauta dos políticos "convencionais"; já há comissão lgbt em quase todos os partidos (o PP não tem) e a própria frente parlamentar LGBT no Congresso Nacional (anos atrás, seria inconcebível). O movimento está avançando e cada vez mais respeitado. Querer "fazer média" com ele, por incrível que pareça, é bom sinal. Para finalizar, como será uma prefeitura da Soninha no que diz respeito ao segmento LGBT? A cidade que abriga a maior parada do orgulho LGBT do mundo precisa de políticas públicas específicas para esse segmento. Ainda que se deva reconhecer que gestões anteriores dedicaram atenção àqueles e àquelas que são diferentes dos padrões heterossexuais dominantes, criando-se, inclusive, uma coordenadoria específica para tratar de diversidade sexual, acreditamos serem necessárias mais ações voltadas para esses cidadãos e essas cidadãs que se diferenciam por sua orientação sexual ou identidade de gênero. Nosso foco será o combate à homofobia em suas diversas manifestações. Nosso objetivo é promover condições para a melhoria da qualidade de vida para lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. Para isso, em nosso primeiro ano de governo iremos estabelecer, em parceria com a sociedade civil, metas que se ajustem à realidade do município de São Paulo e que levem mais cidadania, tolerância e respeito para todos os bairros. Queremos também viabilizar, no âmbito do município, a execução de propostas advindas das conferências municipal, estadual e federal LGBT, realizadas no primeiro semestre de 2008. Seguiremos o que está delineado no programa Brasil sem Homofobia e agiremos em consonância com os Princípios de Yogyakarta. Por princípio, trataremos das questões relativas ao universo LGBT levando-se em consideração a transversalidade de situações que perpassam o/a munícipe. Dessa forma, negros e negras, pessoas com necessidades especiais, jovens, idosos e idosas serão contemplados. Também temos consciência de que a situação de classe pode ser fator que desencadeia o preconceito e a discriminação e também necessidade de consideração especial. Sabemos que a discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero tem suas origens no machismo, no heterocentrismo e em uma cultura secular de violência. Por isso, queremos uma política municipal de igualdade, que faça de São Paulo uma cidade aberta a todas e todos. SaúdeGarantir que todas e todos sejam atendidos com igualdade nos serviços públicos de saúde.Implantar unidades especializadas no atendimento de casos específicos das travestis e transexuais, incluindo políticas de redução de danos no uso de silicone industrial ou má administração de hormônios. Promover ações educativas sobre a saúde da mulher lésbica, tanto entre as próprias mulheres quanto entre os/as profissionais de saúde. Dar continuidade a ações municipais de prevenção de DST/Aids entre os HSH (homens que fazem sexo com homens). Fornecer atendimento psico-terapêutico para LGBTs nos serviços municipais de saúde. Trabalhar em parceria com as entidades de classe na área de saúde (Conselho Regional de Medicina, Conselho Regional de Enfermagem, e outros). Desenvolvimento socialCriar grupo de trabalho para discutir a situação de LGBTs em situação vulnerável, especialmente moradores de rua. Garantir que os LGBTs tenham acesso, em condições de igualdade com outros/as cidadãos/cidadãs, aos albergues públicos ou outros serviços municipais. Elaborar um programa de capacitação e de geração de emprego e renda para prostitutas travestis que desejem mudar de profissão. Criar uma cooperativa de travestis para trabalhar na área de prestação de serviços. Trabalhar em par.