sábado, 17 de abril de 2010

Ônibus de SC para a 1ª Marcha Nacional contra a Homofobia - 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia em Brasília

Os Movimentos LGBT no Brasil estão nas Lutas diárias a favor dos direitos LGBT, os quais nos são negados. Lutamos contra diversas opiniões discriminatórias que trata o indivíduo como coisa e não quanto ser humano. Por isso é que os Movimentos Nacionais LGBT em conjunto com movimentos nos Estados brasileiros e em parceria com outros Movimentos Sócias, Entidades de Classe (CRP, CRESS, ...), Políticos e outros tantas, estamos organizando a 1ª Marcha Nacional Contra a Homofobia e o Grito Contra a Homofobia que estará acontecendo em Brasília nos dias 18 e 19 de maio de 2010.


Em Santa Catarina os Movimentos Sociais LGBT estão se organizando junto com outros Movimentos Sociais e Entidades de Classe também para estarmos nesta Luta também que é de tod@s. Estamos organizando um ônibus Gratuitamente para transportarmos as pessoas até Brasília. Por isso estamos cadastrando os interessados, que devem encaminhar um e-mail para Roma - Núcleo de Diversidade Sexual da Grande Florianópolis nucleodiversidaderoma@gmail.com com o Nome Completo, Número do RG e do CPF, e o Número dos Telefones para Contato.


O evento em Brasília será nos dias 18/05 com um Seminário e 19/05 a Marcha LGBT e com o Grito contra a Homofobia, Lesbofobia e Transfobia.

Saída do Ônibus de Florianópolis para Brasília

Será as 18h do dia 16/05 com paradas na BR 101 (as quais deverão ser agendadas o quanto antes) chegada em Brasília dia 18/05 pela manhã.

Saída do Ônibus de Brasília

Será às 22h do dia 19/05, com chegada em Florianópolis dia 21/05 pela manhã.


Mais Informações Pelos Telefones:

Operadora

Telefone N º

Contato

OI

(48) 8436-8278

Fabricio Lima

TIM

(48) 9937-1054

Fabricio Lima

CLARO

(48) 8811-1559

Fabricio Lima


Pessoal, vamos Lutar Por Nossos Direitos. Vamos embarcar Ônibus sem Rumo à Brasília n º Marcha.


Abração e Sucesso!



Adm. Fabricio Lima

Coordenador do ROMA - Núcleo de Diversidade Sexual da Grande Florianópolis

MEMBRO do Movimento LGBTT Catarinense

Coordenador do Projeto aliadas no Estado de Santa Catarina / ABGLT

Coordenador Estadual de Santa Catarina da ABGLT



Josue L. Dias Junior

MEMBRO do Grupo Arco-Íris de Joinville

MEMBRO do Movimento LGBTT Catarinense

Vice-Coordenador Estadual de Santa Catarina da ABGLT

MEMBRO da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT



Douglas Cesar dos Santos

Movimento LGBT de Itajaí

MEMBRO do Movimento LGBTT Catarinense

domingo, 11 de abril de 2010

"Dourado expressa a síntese do que é a homofobia", diz senadora Fátima Cleide

Em audiência sobre o 3º Plano Nacional de Direito Humanos, a senadora Fátima Cleide (PT - RO) saiu em defesa do capítulo que trata da livre orientação sexual, identidade de gênero e que requer apoio ao projeto de lei que visa legalizar a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

Para defender a sua posição, a senadora usou o lutador e vencedor do Big Brother Brasil 10 como exemplo. Para Fátima, Marcelo Dourado é a "síntese da homofobia". Ela também revelou aos presentes que o participante Dicesar, que é drag queen, recebeu mais de 11 mil ameaças aos sair do confinamento.



"O Dourado expressa o machismo, a síntese do que é a homofobia. Aqui no congresso nós ouvimos pronunciamentos dizendo que não existe homofobia no Brasil. É preciso rever isso. Nós recebemos uma denúncia de que após a conclusão do programa, outro participante, o Dicesar, já recebeu cerca de 11 mil ameaças de morte via vários meios de comunicação como Orkut e Twitter".



Fatima Cleide disse que o congresso tem o dever de assumir a luta contra a homofobia. "As ameaças expressam o ódio que boa parte do país sente em relação aos homossexuais". Para a senadora "não é mais possível conviver com a omissão do legislativo". Cleide também disse que as pessoas (gays) não querem "casamento, matrimônio". "O que as pessoas esperam é ter reconhecimento da parceria civil".




Acesso em: 11/04/2010

Disponívbel em: http://acapa.virgula.uol.com.br/site/noticia.asp?origem=mala&codigo=10623&%22Dourado+expressa+a+s%EDntese+do+que+%E9+a+homofobia%22%2C+diz+senadora+F%E1tima+Cleide

sexta-feira, 2 de abril de 2010

ABGLT participa da CONAE – Conferência Nacional de Educação

No final de março, dez delegados(as) da ABGLT participaram da Conferência Nacional de Educação (CONAE). Houve duas atividades específicas sobre a temática LGBT: o Colóquio sobre Diversidade e Educação Sexual e a Mesa de Interesse sobre o Projeto Escola Sem Homofobia. Saiba mais sobre as resoluções da Conferência em http://conae.mec.gov.br

sábado, 27 de março de 2010

Conferência Nacional de Educação, e a representação Nacional LGBT

Mais uma luta chegando a Brasília, ano passado tivemos as Conferências Nacional de Comunicação, Segurança Pública e entre outras e que tivemos a representação LGBT inclusive de Santa Catarina e que fomos muito bem representados e tivemos avanços mesmo que ainda pequenos.

Nesta semana, de 28 de março a 1º de abril de 2010, estará acontecendo em Brasília a Conferência Nacional de Educação, onde estaremos discutindo as propostas para um Novo Plano Nacional de Educação que seja mais inclusivo e dinâmico. O tema central da Conferência é: “Construindo um Sistema Nacional Articulado de Educação: Plano Nacional de Educação, suas Diretrizes e Estratégias de Ação.”

Estarão nesta conferência mais de 3 mil pessoas entre educadores, movimentos sociais, alunos e pais.

As pessoas que irão representar o Movimento Brasileiro LGBT são:

Nome

UF

Perfil

ANA CRISTINA CONCEICAO SANTOS

AL

Representação do Movimento LGBT

RICARDO GEORGE SOUZA SANTANA

BA

Representação do Movimento LGBT

ALCEMIR DE OLIVEIRA FREIRE

PB

Representação do Movimento LGBT

ANTONIO LUIZ MARTINS DOS REIS

PR

Representação do Movimento LGBT

RAFAEL HENRIQUE DA SILVA

PR

Representação do Movimento LGBT

JOSE ADRIANO DE SOUZA

RO

Representação do Movimento LGBT

FABRICIO LIMA

SC

Representação do Movimento LGBT

ANTONIO CARLOS SARDINHA

SP

Representação do Movimento LGBT

LUIZ RAMIRES NETO

SP

Representação do Movimento LGBT

























Será um grande momento para a Educação Brasileira e para os Movimentos Sociais, pois nunca no Brasil se discutiu educação ainda mais com os movimentos sociais, alunos e pais. Teremos grandes chances de tornar a educação no Brasil mais inclusiva e igualitária. Mas esta conferência será só mais uma etapa. Após as propostas serem discutidas e aprovadas pelos delegados na Conferência Nacional de Educação, ainda teremos uma comissão de pessoas da comissão organizadora nacional desta conferência, sistematizando estas propostas para um formato de Plano Nacional de Educação, depois disso ainda terá que ser analisado por Deputados e Senadores e podendo ter acréscimos a este Plano caso eles ainda achem necessário. Então teremos ai outro trabalho enquanto educadores e militantes sociais, para lutarmos por nossas propostas na integra e que o Plano Nacional de Educação seja aprovado e colocado realmente em prática, já que o Primeiro Plano Nacional de Educação nunca foi posto em pratica e dado a devida importância.


Então vamos a Luta e Vencermos para Termos uma Educação de Equidade Social.

terça-feira, 23 de março de 2010

1ª Marcha Nacional contra a Homofobia - 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia

Há um tempo, militantes vem falando da necessidade que o Movimento LGBT tem de fazer uma Marcha para se manifestar mediante tantas injustiças acontecendo no Brasil contra a esta população.

Por conta disso, desde o final de 2009 a Direção da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, vêm organizando e 1ª Marcha Nacional contra a Homofobia - 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia.

Em reunida em 02 de março de 2010, resolveu convocar todas as pessoas ativistas de suas 237 organizações afiliadas, assim como organizações e pessoas aliadas, para a 1ª Marcha Nacional contra a Homofobia, vinda de todas as 27 unidades da federação, tendo como destino a cidade de Brasília. No dia 19 de maio de 2010, será realizado o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia, com concentração às 9 Horas, no gramado da Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral Metropolitana de Brasília.

Para obter mais informações sobre a organização do evento e como participar ou colaborar, acesso os links abaixo:

Programação

Coordenações Estaduais

Apoiadores

Comissão Organizadora

Um "SUS" para a educação

Criação de um sistema nacional de gestão está entre as prioridades de conferência que tem início no sábado e definirá os rumos do ensino público brasileiro na próxima década.

Tão antiga quanto controversa, a construção de um Sistema Nacional de Educação, nos moldes do Sistema Único de Saúde, para comparar com um arranjo institucional existente no país, volta à agenda de debates. Esse será o tema central da Conferência Nacional de Educação, que começa em Brasília no próximo sábado, de onde sairão as diretrizes para o ensino público no país nos próximos 10 anos. Para subsidiar a discussão, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lança hoje, com um debate a partir das 10h no auditório da TV Câmara, a publicação Educação e Federalismo no Brasil: combater as desigualdades, garantir a diversidade. Sem se posicionar sobre uma eventual revisão das responsabilidades de cada ente federativo no que diz respeito à oferta educativa, o livro traz um estudo dos obstáculos do atual modelo e revela como 10 países se organizam na área.

Todas as nações analisadas seguem o modelo federativo de organização. O resultado mostrou que o arranjo institucional do Brasil na oferta da educação é similar ao da maioria dos países, com responsabilidades divididas entre o governo federal, estados e municípios. São eles: Argentina, Espanha, México, África do Sul, Austrália e Índia. A Alemanha foi a única nação em que as instâncias regionais, cada uma com um Ministério da Educação, têm praticamente todo o poder de decisão. Mais descentralizados estão os sistemas dos EUA e do Canadá. Neste último país, não há sequer órgão da administração central. São colegiados locais — como distritos e juntas escolares — que definem a oferta e o modelo de educação.


Para Wagner Santana, oficial de projetos da Unesco, fica claro que na maior parte dos regimes federativos no mundo há compartilhamento de funções. “Uns com maior e outros com menor grau de centralização. O importante, para nossa realidade, não é fazer ou não um sistema único. O essencial é efetivar os mecanismos de cooperação”, afirma. Para ele, instrumentos já utilizados na gestão da Saúde, que se organiza de forma unificada, podem ser interessantes. “O organismo tripartite, com representação nacional, estadual e municipal para definição de ações comuns, seria uma boa medida. Hoje, o Conselho Nacional de Educação, que deveria fazer esse papel, está subordinado ao Ministério da Educação”, critica. A pasta foi procurada, mas não se manifestou.

Hierarquia

O deputado Carlos Abicalil (PT-MT), um dos autores da publicação, defende uma revisão de atribuições caso a caso. “É compreensível que o município de São Paulo, por exemplo, mantenha um sistema educacional consolidado, mas como exigir o mesmo de um município no interior do Amazonas, que não tem sequer mão de obra treinada?” A hierarquia utilizada na gestão da Saúde, que classifica os municípios como plenos, semiplenos, dependentes, entre outros critérios, poderia ser replicada para a educação, segundo o parlamentar.

Ele destaca Mato Grosso como único estado que já começou a formação de uma gestão integrada (1). “Aos poucos isso tem sido implementado, na mentalidade da colaboração”, afirma.

Um novo marco no sistema educacional poderia acabar com a resistência de estados e municípios de cumprir leis como a do piso nacional para professores. “É por esse e outros motivos que sempre vem a questão da autonomia quando se faz esse debate”, pondera Santana.

1 - Cada um na sua
Pela Constituição, municípios devem oferecer a educação infantil e educação fundamental, ou seja, da creche ao atual 9º ano. Os estados são responsáveis pelo ensino médio. E a União, além das funções normativas gerais, cuida da educação superior e do ensino tecnológico. O problema é que as funções nem sempre se alinham à disponibilidade de recursos e à capacidade de gestão dos entes federativos.

É compreensível que o município de São Paulo, por exemplo, mantenha um sistema educacional consolidado, mas como exigir o mesmo de um município no interior do Amazonas?

Entrevista com o deputado federal Carlos Abicalil (PT-MT)


Autora: Renata Mariz

Publicação: 23/03/2010 08:15 Atualização: 23/03/2010 08:42

Publicado em: Correio Braziliense

quinta-feira, 11 de março de 2010

IV Concurso Nacional de Monografias sobre Direitos Humanos

A Associação Nacional de Direitos Humanos – Pesquisa e Pós-graduação (ANDHEP), com apoio institucional do Núcleo de Estudos sobre a Violência (NEV/USP), acaba de lançar os editais do IV Concurso Nacional de Monografias sobre Direitos Humanos.

Os prêmios serão conferidos a duas categorias:

  • graduação (para graduados e alunos de graduação de qualquer área do conhecimento) , a monografias sobre o tema “Direito ao desenvolvimento e dignidade humana” (Edital para graduação);
  • pós-graduação (pós-graduados e alunos da pós-graduação de qualquer área), a monografias sobre o tema “Direito à memória e verdade” (Edital para pós-graduação).

As monografias devem ser enviadas à ANDHEP até o dia 3 de maio de 2010. Mais informações: http://www.andhep. org.br/


Acesso em: 11/03/2010
Disponível em: http://www.andhep.org.br/content/view/82/100/

sexta-feira, 5 de março de 2010

Escola argentina autoriza aluno a se vestir de mulher

Buenos Aires, 5 mar (EFE).- Um colégio na Argentina decidiu autorizar um aluno de 17 anos e de excelente desempenho escolar a se vestir de mulher, informa hoje a imprensa local.

O aluno havia pedido à escola que autorizasse o uso de roupas femininas nas aulas. "Não sou feliz dentro da roupa de homem", disse o aluno, cujo nome não foi divulgado, em declarações ao diário "La Nación", de Buenos Aires.

O menino, que quer se chamado de Kylie e ser tratado como mulher, estuda na Escola Superior Doutor Antonio Sagarna, na cidade de Nogoyá, na província de Entre Ríos.

"Desde os 4 anos tenho essa opção sexual. Quando ia ao jardim de infância e confessei a minha mamãe que gostava de meninos, ela minimizou a importância, mas depois viu que eu seria como sou", contou.

A presidente do Conselho Geral de Educação, a ex-senadora Graciela Bar, considerou que não se pode "fazer outra coisa, senão respeitar sua escolha, a de seus pais e a decisão da escola". EFE

quarta-feira, 3 de março de 2010

PROCESSO SELETIVO DE BOLSISTAS UAB/FNDE

EDITAL N° 002 /2010 /EadADM/UFSC

O Coordenador do curso de graduação em Administração na modalidade a distância, no uso de suas atribuições legais, torna pública a abertura das inscrições e as normas que regerão o processo seletivo para a contratação de BOLSISTAS que atuarão como TUTORES A DISTÂNCIA no curso de graduação em Administração na modalidade a distância da

Universidade Aberta do Brasil – UAB, oferecidos pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC.

Segue o Edital:

Edital para tutor a distância

Formulário de Inscrição


Acesso em: 03/03/2010
Disponível em: http://www.ead.ufsc.br/administracao/


terça-feira, 2 de março de 2010

NIGS-UFSC lança II Concurso de Cartazes e Redações sobre Lesbofobia, Transfobia e Homofobia nas escolas

Lançado no último dia 1º o edital do "II Concurso de Cartazes sobre Lesbofobia, Transfobia e Homofobia nas Escolas". O evento é promovido pelo Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) do Laboratório de Antropologia Social da UFSC e apoiado pelo Núcleo de Educação e Prevenção (NEPRE)/Regional Grande Florianópolis da Secretaria Estadual de Educação. O concurso tem como objetivo discutir as violências contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBTT) nas escolas da Grande Florianópolis e está inserido nas atividades do Dia Municipal contra a Homofobia, Lesbofobia e Transfobia -17 de maio, data instituída por lei no município de Florianópolis.

As inscrições para o II Concurso de Cartazes estão abertas até 10 de maio de 2010 e são gratuitas. Há duas categorias de participação. Uma, de cartazes, para estudantes de escolas públicas do ensino médio e fundamental de Santa Catarina e outra, criada nesta 2ª edição do prêmio, de redações, para estudantes de graduação em Pedagogia e/ou de cursos de licenciatura de várias disciplinas e de todas as universidades do estado. Para a primeira, estudantes de ensino médio e fundamental devem formar grupos, coordenados por uma professora, e confeccionar um cartaz que aborde temas relacionados às violências contra LGBTTT. Para a segunda, estudantes de graduação devem enviar uma redação sobre a mesma temática. Estudantes vencedores nas duas modalidades serão premiados com livros sobre gênero e sexualidade. Os prêmios coletivos relativos aos cartazes serão doados às bibliotecas de suas escolas.

O I Concurso de Cartazes aconteceu em maio de 2009 com a participação de 97 alunas de quatro escolas de Florianópolis. O evento faz parte do projeto de extensão Papo Sério (oficinas de gênero e sexualidade), apoiado pela Pró-reitoria de Pesquisa e Extensão da UFSC.

O edital do Concurso e mais informações podem ser obtidas no site http://www.nigs.ufsc.br e/ou http://sites.google.com/site/concursonigs
e as dúvidas esclarecidas através do e-mail nigsnuc@cfh.ufsc.br ou do telefone 3721 98 90 (Ramal 25) no horário comercial.